TEXTO: "A MULHER NA SOCIEDADE BRASILEIRA..."




"A FATALIDADE ATUAL DE SER MULHER NA SOCIEDADE BRASILEIRA"




Rodeada de aparatos, ornamentos que de modo simbólico, expressam a figura feminina. Assim ainda se coloca socialmente a mulher. Qual delas não gosta de roupas, jóias, acessórios diversos que a tornam mais atraente. Fazendo brilhar no espelho seu próprio olhar?
Indo em busca do ideal feminino no decorrer da história, veremos que desde a antiguidade, a beleza da mulher esteve ligada à certa medida de vaidade que faz com que se sobressaia em seus encantos.
Porém, apesar deste atributo natural da mulher; sua beleza, que subjugou a seus pés, reis, imperadores e governantes. Pode-se afirmar que foi pequeno o número de mulheres que se destacaram: seja como líder, seja como gênios na área do conhecimento humano. Isso considerando é óbvio a figura masculina, como peso no outro prato da balança.
Seria mesmo interessante um estudo aprofundado sobre a ação da mulher no decorrer da história em suas mais variadas fases. Estou certo de que se depararia com singularidades ou peculiaridades de ordem ética, moral, cultural. Analisar por exemplo como transcorreu determinado momento histórico, em determinada sociedade, na qual a mulher era figura de exercício do poder. Porém, não é esta minha proposta neste texto.
Quero antes aqui colocar-me perante o que designei no título como “a fatalidade de ser mulher na sociedade brasileira” na atualidade.
Percebo que há inúmeros ângulos. Variados pontos de partida que nos conduz a chegar a uma conclusão sobre a mulher e sua situação generalizada dentro de nossa sociedade.
Primeiramente aqui, esclareço que, não levarei em conta certos aspectos sociais que se considerados, exigiria uma interpretação na certa de uma profundidade maior no cunhar deste escrito. E me refiro a questões como posição social, implicações religiosas, nível cultural, idade,
estado civil...
Nossa sociedade insiste em transmitir aos indivíduos  uma completa quimera, uma verdadeira fantasia “idealizada” numa esfera burguesa, da condição da felicidade feminina.
Oculta por trás de espessa cortina está a realidade da condição feminina em nossos dias. Se por um lado existe algumas mulheres se destacando nas diversas áreas sociais, esse contingente feminino é mínimo frente ao masculino.
Sempre foi de atributo do homem a força física. Bem como o caráter masculino sempre pendeu a batalhar numa guerra, seja lá qual o motivo.
No tocante a esta questão as mulheres hodiernas continuam envolvidas na sua peculiar fragilidade. Por sinal fragilidade esta que acredito sempre será característica sua, e que justamente por este motivo, deve a figura feminina ser defendida.
Aqui interrompo meu escrito...
O qual prometo retomar para concluir minha análise da mulher que, se nega a ser, sexo frágil. No entanto não está necessitada, como reivindica, de proteção frente a agressividade do sexo oposto...?
O feminicídio até onde justifica que se promova um levante jurídico quanto à figura feminina?
E mais, o sempre e constante tema feminista da igualdade de direitos...?

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