POEMA AMIGO
Vem...
Adentra a casa e te abriga,
Serena e mansa é a neblina,
Não temas a
acolhida amiga.
Espera...
Decide
primeiro contigo,
Se de fato
desejas abrigo.
Segue...
Atravessa a
entrada e não tema,
Não encontrarás
nada além,
Que minha
pena a jazer,
Ali
esquecida por alguém.
Sei que
trazes no peito o ardor,
De eterno e
inesquecível amor.
Então...
Não tenhas
pudor nem temor,
Toma de
minha pena,
E escreve a
teu amor.
Ivan de
Alencar
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